Toda ação feita repetidamente por um tempo prolongado vira automática. E então acho que eu entendo porque às vezes a vida judia da gente. Ela dificulta quando percebe que a brincadeira está fácil demais, quando percebe que precisamos desligar um pouco do piloto automático para ficarmos mais atentos ao trabalho que está sendo realizado. Se torna necessário, então, parar tudo - eu disse T.U.D.O. - e sairmos para fora da gente... sabe como?
É exatamente nesse momento mais difícil, quando assumimos o comando na opção manual, que alcançamos uma maior clareza e entendemos o quanto é necessário olhar em volta com calma, refletir, reavaliar as condições que nos foram apresentadas, enxergar as pessoas que ainda nos acompanham, entender suas posições e, com carinho, tentar compreender suas sugestões. É neste momento que entendemos o quanto é importante ouvir todas as versões dos “aqui de dentro” e aprendemos a aceitar, de olhos bem abertos, os prós e contras das nossas escolhas, para conseguirmos trabalhar apenas com o que temos de fato, mas da melhor maneira possível.
E aí...
Puts! aí é MUITO foda... porque a gente aprende pra car@L%#!
E cresce.
E aí...
Puts! aí é MUITO foda... porque a gente aprende pra car@L%#!
E cresce.

