Somos capazes de renunciar a um prazer por uma causa maior? O quanto somos capazes de fazê-lo? Quando? Por quê?
De um prazer eu renuncio quando fere meus sentimentos e sentidos, quando altera negativamente o sentido do meu caminho, quando boicota a minha conquista da consciência sobre a ação.
Então é chegada a hora da redenção, de aceitar a interferência e fazer o ruído ser muito bem vindo. É chegada a hora do meu Parangolé, que várias mãos juntas deixam a obra mais coesa. (E não perfeita, que isso é papo de outra gente)
Voilá!
Mãos à obra...
19 julho 2009
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