26 julho 2009
outros
Onde termina o outro e começa você? Limite sem barreiras, sem catraca ou fronteiras. Devemos contar até onde eles podem ir? É que se você não limita a linha, é ela que te limita. Porque fácil é escolherem o certo pra sua vida, a decisão mais sábia, a maneira mais correta de agir, o melhor caminho a seguir. E se você os escuta demais, sua vida vira deles, vira vida-limite, vida-restrita. Eu não aceito essa interferência do que (e de quem) não me interessa. Não aceito este caminho, que felicidade, eu sei, vem apenas em pacotes individuas. E se não concordar, sinta-se à vontade em usar a vida do vizinho como pretexto para justificar a sua vida perfeita, cheia de decisões sábias e escolhas sempre muito bem feitas.
24 julho 2009
Pé móvel.
Difícil é sair de situações comodas e ir atrás dos nossos desejos reais. Aliás, já é tarefa árdua conseguir reencontrar os nossos desejos que às vezes se escondem por debaixo de contas a pagar, de cartas a entregar, quiçá assumir e lutar por eles. É, é muito difícil, mas tem de ser feito! Do contrário, a gente se transforma naquelas pessoas frustradas que inevitavelmente tornam-se amargas, e amargo é sabor que eu não gosto.
Não sei se é o cômodo que me assusta ou se os móveis sempre no mesmo lugar é que me dão angústia. Lembro de mim, criança, reinventando meu quarto, já reformando meu cô(o)modo-espaço. Mesas ganhavam vida e movimento com as cartas do baralho, paredes transformavam-se em diário. E dali a 3 meses mudava todo o cenário. Já moça feita aprendi que coisa boa é poder ser solta no mundo, na vida... móvel bom, é móvel solto! Grande invenção aquelas rodinhas, não?
E se você arrastar a cama pra cá, a mesa pra lá e o cômodo ainda te incomodar, tenha medo não, mude você de lugar. Importante é se movimentar na vida, sem ter medo de errar. Só não vale se acomodar e deixar o comodo te esmagar.
Não sei se é o cômodo que me assusta ou se os móveis sempre no mesmo lugar é que me dão angústia. Lembro de mim, criança, reinventando meu quarto, já reformando meu cô(o)modo-espaço. Mesas ganhavam vida e movimento com as cartas do baralho, paredes transformavam-se em diário. E dali a 3 meses mudava todo o cenário. Já moça feita aprendi que coisa boa é poder ser solta no mundo, na vida... móvel bom, é móvel solto! Grande invenção aquelas rodinhas, não?
E se você arrastar a cama pra cá, a mesa pra lá e o cômodo ainda te incomodar, tenha medo não, mude você de lugar. Importante é se movimentar na vida, sem ter medo de errar. Só não vale se acomodar e deixar o comodo te esmagar.
19 julho 2009
Personal Parangolé
Somos capazes de renunciar a um prazer por uma causa maior? O quanto somos capazes de fazê-lo? Quando? Por quê?
De um prazer eu renuncio quando fere meus sentimentos e sentidos, quando altera negativamente o sentido do meu caminho, quando boicota a minha conquista da consciência sobre a ação.
Então é chegada a hora da redenção, de aceitar a interferência e fazer o ruído ser muito bem vindo. É chegada a hora do meu Parangolé, que várias mãos juntas deixam a obra mais coesa. (E não perfeita, que isso é papo de outra gente)
Voilá!
Mãos à obra...
De um prazer eu renuncio quando fere meus sentimentos e sentidos, quando altera negativamente o sentido do meu caminho, quando boicota a minha conquista da consciência sobre a ação.
Então é chegada a hora da redenção, de aceitar a interferência e fazer o ruído ser muito bem vindo. É chegada a hora do meu Parangolé, que várias mãos juntas deixam a obra mais coesa. (E não perfeita, que isso é papo de outra gente)
Voilá!
Mãos à obra...
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