A gente vive procurando um par. Jogar de dupla fica mais fácil, menos desgastante. E dá até pra compartilhar risadas daquele lance mal feito, daquela bola que foi pra fora da quadra.
A gente vive procurando a gente no outro. E num reconhecimento qualquer, o rosto sorri. O coração dispara, o sangue corre mais rápido, mais viçoso. Então você pensa: é ele!
O tempo passa e após muitas partidas, as bolas pra fora da quadra já não são mais motivos de risadas. Você se chateia, culpa o parceiro pelo ponto perdido. Tolice. No fundo você tá ali, reconhecendo a si mesmo de novo, criticando defeitos próprios.
Saber amar tem a ver com o (re)conhecimento genuíno de quem é você. De quem é o outro. E do que vocês se tornam juntos. Saber amar tem a ver em sentir-se seguro em seu próprio corpo / mente. É sentir-se inteiro, não precisar de alguém que o complete, mas que divida com você as dores e delícias dessa vida. doce.
A gente vive procurando a gente no outro. E num reconhecimento qualquer, o rosto sorri. O coração dispara, o sangue corre mais rápido, mais viçoso. Então você pensa: é ele!
O tempo passa e após muitas partidas, as bolas pra fora da quadra já não são mais motivos de risadas. Você se chateia, culpa o parceiro pelo ponto perdido. Tolice. No fundo você tá ali, reconhecendo a si mesmo de novo, criticando defeitos próprios.
Saber amar tem a ver com o (re)conhecimento genuíno de quem é você. De quem é o outro. E do que vocês se tornam juntos. Saber amar tem a ver em sentir-se seguro em seu próprio corpo / mente. É sentir-se inteiro, não precisar de alguém que o complete, mas que divida com você as dores e delícias dessa vida. doce.

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